Servidora pública é morta, esquartejada e queimada em churrasqueira


A Polícia civil confirmou a barbarie cometida no crime do desaparecimento e morte da servidora pública Nathalia Alves Correia. Na manhã de hoje (5) a polícia fez a reconstituição do crime apontando que Regiane Machado e o amante dela José Romero teriam matado Nathalia e queimado os pedaços do corpo em uma churrasqueira durante três dias. O motivo seria o ciúmes de Regiane ao descobrir que Nathalia e Zé, como ele era conhecido, teriam um caso.

Na casa onde o assassinato foi cometido, a perícia estaria inclusive usando uma peneira para ver se coleta restos mortais para extração de DNA.

Os dois já teriam confessado o crime que teve motivação passional. “Mataram ela mesmo. A frieza foi tão grande que cortaram e queimaram ela e não acham o corpo, mas os dois já confessaram esse crime horrível”, contou uma moradora que conhecia os três envolvidos.

Anteriormente os suspeitos teriam apontado uma mata como local de desova do corpo o que foi desmentido depois.

O corpo da mulher, desaparecida desde o dia 15 de julho após ser vista próxima uma pousada em Porto Murtinho, não foi encontrado. O gerente da pousada que estaria envolvido no caso de entregou a polícia e Regiane que era professora de educação infantil foi presa no final da semana passada.

As investigações estão nas mãos do delegado Márcio Obara da Delegacia de Homicídios.